Ridículo: 1.digno de riso, merecedor de escárnio ou zombaria por desviar-se de modo sensível do que se considera socialmente. 2. Que se presta a exploração do lado cômico; que tem por efeito suscitar o riso; risível, bufo, cômico. (…)8. Modo risível de ser e/ou de se comportar.
Não entendo porque as pessoas tem medo de rir. Será por causa do bafo ou das cáries? Ser ridículo é fundamental, mesmo que possa ser ridicularizado, que vire chacota, zombaria ou escárnio, o riso é primordial.
Acredito que é por falta de riso que a maioria das pessoas anda angustiada ou deprimida. Este são os males do século XXI e caso não sofra, ou pelos menos já tenha sofrido de algum deles, há algo de errado com você. Parece ser um processo natural do ser humano nos dias atuais. Já fui descriminado por ser bem humorado e considerado um chato nas manhãs de mau humor geral.
A angústia tem haver com a pressa, com a falta de tempo, com a emergência da sociedade onde tudo é pra ontem. A depressão vem depois, é a sensação de que não acompanhamos esta velocidade toda. Outro dia consegui simplificar meu raciocínio, sempre faço isso quando quero entender alguma coisa que não dou conta, sou autodidático.
O sujeito corre, corre, se apressa, acelera e adapta seus padrões de comportamento para acompanhar a velocidade do mundo. Na busca pela velocidade, pelo "just in time" – termos em inglês são perfeitos para esta pressa, aliás, isto é coisa deles – ele se sente cansado, pouco veloz, frustrado. Isto angustia. Angustiado ele continua correndo e cada vez mais com a sensação de não conseguir alcançar a meta. Resultado: depressão.
Ah meus amigos, ou rimos desta patacoada que inventamos e chamamos de mundo moderno, ou nos lascamos. Sem entrar em questões metafísicas, de onde viemos, para onde vamos, sendo apenas curto e hedonista: cague e ande.
Permita o ser ridículo. Em uma segunda-feira qualquer, quando todos abominam a largada de mais uma semana, coloque uma fantasia, uma peruca e vá para o trabalho. Substitua aquele rock moderno, cheio de "glam" no "main stream" das paradas, por um Reginaldo Rossi ou um Robertão, falando do coração e fazendo rima com portão. Permita-se fazer piadas com as suas cagadas. Perceba o quanto inútil é esta corrida se você não a fizer com irreverência, com gosto e prazer. Quando participar da São Silvestre, vá fantasiado de palhaço, macaco, presidiário ou político e leve um cartaz: "Tô na Globo". Vai ser risível, ridículo, até mesmo patético. Em compensação seu fígado funcionará melhor, a risada desopila, assim poderá beber mais e rir ainda mais. Se for inovador na fantasia, ainda terá a chance de aparecer no fantástico e duvido que ficará deprimido ou angustiado com tanto riso.
Ah e para aqueles sujeitos que adoram ser mal humorados, que acham chique aquela falta de paciência e sisudez, tipo intelectual incompreendido ou empresário de sucesso - time is money - escolha uma frase:
( )A - vá peidar n`água pra ver subir borbolha.
( )B - vá morder seu Pai na bunda.
( )C - vá chupar prego até virar tachinha.
( )D - quer um lexotan?
Frito melões, abacaxis, pepinos e salgadinhos em geral. Chapa quente, caldeirão fervendo e pratos finos sobre a mesa.
Acredito no estado eterno de mudanças.
Gosto de ver as mudanças da vida. Ontem criança, hoje adulto, amanhã idoso. Este espaço é para provocar diálogos que possam ajudar a mudar o meu jeito de olhar. E quem sabe você também entra nessa? Seja bem vindo, comente, critique, o anonimato aqui é bem vindo.
quarta-feira, 13 de junho de 2007
quinta-feira, 7 de junho de 2007
sexta-feira, 25 de maio de 2007
Aquecimento Geral!
Desde quando os DJs começaram esta onda de “botar chapa quente”, de “incendiar as pixxtas”, o papo é só aquecimento global. Tendência nas últimas estações e verdadeiro modismo que veio para ficar, está bombando de norte a sul do planeta. É até tema de fofoca na ONU, onde um tal de Kioto, andou querendo esfriar o lance.
Como sujeito antenado e ligado nas paradas bombantes, resolvi participar desta onda. E agora é isso ai, eu também sou a favor do aquecimento global. Chega de frio, chega de regiões inóspitas e gelo eterno, chega de neve e frentes frias que vêm da Argentina. Agora a onda é de calor. Calor humano, calor animal, calor vegetal, calor mineral! Estamos na era de aquário e nada melhor que um banho quente para refrescar a memória, dilatar os poros e abrir a mente para a nova tendência. Aquecimento global está na onda e é a mais nova revolução mundial. Até na fria e velha Europa não se fala de outra coisa. Muito mais pesado que o movimento slow food, mais sucesso que Paulo Coelho, o aquecimento é geral no velho continente. No verão passado foi tamanha a histeria com a onda de calor, que alguns velhotes acabaram passando desta para a melhor com um bronze super moderno e a cutis hiper saudável.
Aqui nos trópicos esta tendência é antiga e vem ganhando força neste ano. Segundo alguns especialistas no assunto, se continuar assim teremos apenas uma estação, as chuvas serão irregulares e intemperes climáticas nunca vistas serão viáveis. São estes detalhes que me inspiram a participar do aquecimento global. Veja só, por um lado parece monótono esta idéia de apenas uma estação no ano, mas se analisarmos bem, para que serve o outono? Além de sujar as ruas com folhas secas é uma estação sem nenhuma personalidade. O máximo que proporciona são uns entardeceres mais coloridos, umas manhãs muito azuis e ensolaradas. Nada demais.
Da primavera tem até quem goste. Mas experimente acordar com 3 bem-te-vis na sua janela as 8 da manhã em pleno sábado. Vai sentir que estaçãozinha mais pertubadora é esta. Do inverno nem preciso falar. Uma secura, temperaturas abaixo dos 20ºc. e uma condição magnética que toma conta de todos os edredons e cobertores do mundo fazendo com que o corpo não consiga separar destes com facilidade. Uma ode a preguiça e a improdutividade. O ano inteiro só verão também significa menos roupas, mais corpos a mostra, mais sorvetes, mais cervejas, mais piscina, cachoeiras… imaginem a maravilha que será.
E para completar, para dar aquele toque de modernidade, as chuvas irregulares e as intemperes climáticas, que beleza! O pessoal da previsão do tempo irá trabalhar com um novo paradigma, prever o tempo a cada hora. Que mágico será quando do nada, no meio da tarde, cair um temporal diluviano e logo em seguida volta o sol abrasador. E em um belo dia de praia, a família curtindo a marola e chega os salva-vidas avisando: Tisunami!! Tisunami!! Que emoção, que adrenalina, correria geral, comoção coletiva e derepente aquele espetáculo da natureza limpando geral, passando o cerol em toda a costa brasileira.
Para falar a verdade estou até ansioso para participar mais de perto, para sentir na pele esta onda de aquecimento global. E se não rolar de aproveitar tudo, pelo menos de um aquecimento local eu quero participar. Imagino o aquecimento local como uma micareta, não é o carnaval de Salvador, mas é chapa quente, tem ferveção, corpos semi-nus, suor, cerveja e é totalmente pós-moderno.
Este post é uma homenagem ao meu amigo Michel, que pirou no microondas coletivo e inspirou esta patacoada. Abraços.
Como sujeito antenado e ligado nas paradas bombantes, resolvi participar desta onda. E agora é isso ai, eu também sou a favor do aquecimento global. Chega de frio, chega de regiões inóspitas e gelo eterno, chega de neve e frentes frias que vêm da Argentina. Agora a onda é de calor. Calor humano, calor animal, calor vegetal, calor mineral! Estamos na era de aquário e nada melhor que um banho quente para refrescar a memória, dilatar os poros e abrir a mente para a nova tendência. Aquecimento global está na onda e é a mais nova revolução mundial. Até na fria e velha Europa não se fala de outra coisa. Muito mais pesado que o movimento slow food, mais sucesso que Paulo Coelho, o aquecimento é geral no velho continente. No verão passado foi tamanha a histeria com a onda de calor, que alguns velhotes acabaram passando desta para a melhor com um bronze super moderno e a cutis hiper saudável.
Aqui nos trópicos esta tendência é antiga e vem ganhando força neste ano. Segundo alguns especialistas no assunto, se continuar assim teremos apenas uma estação, as chuvas serão irregulares e intemperes climáticas nunca vistas serão viáveis. São estes detalhes que me inspiram a participar do aquecimento global. Veja só, por um lado parece monótono esta idéia de apenas uma estação no ano, mas se analisarmos bem, para que serve o outono? Além de sujar as ruas com folhas secas é uma estação sem nenhuma personalidade. O máximo que proporciona são uns entardeceres mais coloridos, umas manhãs muito azuis e ensolaradas. Nada demais.
Da primavera tem até quem goste. Mas experimente acordar com 3 bem-te-vis na sua janela as 8 da manhã em pleno sábado. Vai sentir que estaçãozinha mais pertubadora é esta. Do inverno nem preciso falar. Uma secura, temperaturas abaixo dos 20ºc. e uma condição magnética que toma conta de todos os edredons e cobertores do mundo fazendo com que o corpo não consiga separar destes com facilidade. Uma ode a preguiça e a improdutividade. O ano inteiro só verão também significa menos roupas, mais corpos a mostra, mais sorvetes, mais cervejas, mais piscina, cachoeiras… imaginem a maravilha que será.
E para completar, para dar aquele toque de modernidade, as chuvas irregulares e as intemperes climáticas, que beleza! O pessoal da previsão do tempo irá trabalhar com um novo paradigma, prever o tempo a cada hora. Que mágico será quando do nada, no meio da tarde, cair um temporal diluviano e logo em seguida volta o sol abrasador. E em um belo dia de praia, a família curtindo a marola e chega os salva-vidas avisando: Tisunami!! Tisunami!! Que emoção, que adrenalina, correria geral, comoção coletiva e derepente aquele espetáculo da natureza limpando geral, passando o cerol em toda a costa brasileira.
Para falar a verdade estou até ansioso para participar mais de perto, para sentir na pele esta onda de aquecimento global. E se não rolar de aproveitar tudo, pelo menos de um aquecimento local eu quero participar. Imagino o aquecimento local como uma micareta, não é o carnaval de Salvador, mas é chapa quente, tem ferveção, corpos semi-nus, suor, cerveja e é totalmente pós-moderno.
Este post é uma homenagem ao meu amigo Michel, que pirou no microondas coletivo e inspirou esta patacoada. Abraços.
Vocês não tem msn??
Este título é de um tópico na comunidade da A Obra no orkut. O sujeito reclamava do bate-papo totalmente pessoal e nada haver com a comunidade, que havia virado os tópicos. Como estava inspirado e gostei da minha resposta, resolvi postá-la aqui.
O modelo televisivo de reality show foi inventado no final do século XX na Dinamarca. Rapidamente espalhou pelo mundo em diversos formatos. Em meados de 2002 chegou a internet sob a forma do sítio - em Espanhol é mais chique que Inglês - de relacionamentos orkut. Desde então virou febre no mundo e no Brasil expor sua vida em uma mídia de grande alcance. (isto é relativo, prefiro postar na comunidade Eu Amo o Brasil que tem mais de 500.000 membros).
Trocando em miudos, o homem moderno atormentado em sua sociedade consumista, onde o tempo é mais uma forma de apressar o prazer e o sentimento, descobriu uma nova forma de aliviar suas carências e dificuldades afetivas. Virtualmente a vida ganhou um novo plus e além de exposição pura e simples, cultura, lazer e questões políticas podem ser divididas entre os que se enquadram nas comunidades virtuais.
Esta mídia exige textos curtos e diretos devido a fluidez da leitura, então encerro por aqui.
Acho que trocaram meus remédios.
Vou fazer um blog e expor meus mais profundos sentimentos, me sinto preso nesses 2.500 caracteres. Que lástima.
E foi assim e com um incentivo da Fernandinha que o Fritelix voltou ao ar.
O modelo televisivo de reality show foi inventado no final do século XX na Dinamarca. Rapidamente espalhou pelo mundo em diversos formatos. Em meados de 2002 chegou a internet sob a forma do sítio - em Espanhol é mais chique que Inglês - de relacionamentos orkut. Desde então virou febre no mundo e no Brasil expor sua vida em uma mídia de grande alcance. (isto é relativo, prefiro postar na comunidade Eu Amo o Brasil que tem mais de 500.000 membros).
Trocando em miudos, o homem moderno atormentado em sua sociedade consumista, onde o tempo é mais uma forma de apressar o prazer e o sentimento, descobriu uma nova forma de aliviar suas carências e dificuldades afetivas. Virtualmente a vida ganhou um novo plus e além de exposição pura e simples, cultura, lazer e questões políticas podem ser divididas entre os que se enquadram nas comunidades virtuais.
Esta mídia exige textos curtos e diretos devido a fluidez da leitura, então encerro por aqui.
Acho que trocaram meus remédios.
Vou fazer um blog e expor meus mais profundos sentimentos, me sinto preso nesses 2.500 caracteres. Que lástima.
E foi assim e com um incentivo da Fernandinha que o Fritelix voltou ao ar.
quarta-feira, 16 de maio de 2007
Tentei
parei fucei
e foi fácil
não sei o que postar.
Eis que o Fritelix volta a cena depois de 2 anos adormecido.
O blog que montei em outubro de 2002 e foi desativado em maio de 2005, é só lembrança. Não salvei nenhum texto da época,mas guardei ótimas lembranças e amigos blogueiros em todo Brasil.
e foi fácil
não sei o que postar.
Eis que o Fritelix volta a cena depois de 2 anos adormecido.
O blog que montei em outubro de 2002 e foi desativado em maio de 2005, é só lembrança. Não salvei nenhum texto da época,mas guardei ótimas lembranças e amigos blogueiros em todo Brasil.
Assinar:
Comentários (Atom)